sábado, 31 de julho de 2021

Um vislumbre

 Originalmente escrito em 17/05/2006


"E Deus fez a palavra". Não me lembro se é assim que está na Bíblia, mas, de uma coisa estou certo - deus não fez o significado. Hoje, mais do que na semana passada, percebo que o maior erro divino foi supor que saberíamos manter o significado da Palavra dada por ele. 

sábado, 17 de julho de 2021

Boomerang thinkin'

Originalmente escrito em 03/04/2006 

Sinto falta de dar aulas. A prática docente me dá a impressão de que o conhecimento é a mais dinâmica das maneiras de se encarar o mundo.

sábado, 3 de julho de 2021

Expurgo Catarrônico

 Escrito originalmente em 30/04/2006

Hoje, o despertar veio com a morosidade da dúvida. Afinal de contas, por que escrevo? Para que ponho à posteridade linhas e mais linhas de sensações e pensamentos se o mundo não é mais do que os ciclos da Fortuna?

sábado, 26 de junho de 2021

Cordialidade em Clèves?

 Escrito originalmente dia 25/04/2006

As teorias sobre a sociedade brasileira do final do século XIX possuem um ponto em comum. Tanto Raízes do Brasil quanto Ordem e Progresso e  Casa Grande & Senzala apresentam a cordialidade como um dado estrutural daquela realidade em formação. Por sorte, meu orientador (leia-se doktor father em alemão) é um especialista no tema. Por isso, sinto-me à vontade para falar de tal assunto nesse espaço virtual. 

terça-feira, 22 de junho de 2021

Don Diego

 Escrito originalmente em 21/06/2006

Era uma vez, num local muito distante, um jovem rapaz que passara toda sua infância solitariamente. Seus pais eram funcionários de uma grande empresa e somente davam atenção a ele durante o final de semana. Porém, solitariamente não significa solitário. Desde a mais tenra infância, Diego Armando estava em meio à ficção. Jogos, fitas, desenhos, tudo era oferecido ao pequeno menino e somente três coisas o interessavam: comida, futebol e aventura. Essa era a infância de Don Diego.